Neste sábado, 13 de maio, aconteceu no autódromo de Interlagos a Fila Night Run, primeira etapa de 2012 em São Paulo. O evento, apesar de cada vez mais caro, justifica o preço com suas varias atrações, muita música, luz e animação, um clima bem gostoso para correr. Geralmente se paga mais caro para umas corridas grandes que não oferecem metade disso.

Devido ao local da retirada do Kit ( no Sonda, próximo ao shopping Bourbon na Francisco Matarazzo), deixei para retirar em cima da hora. O local em si onde funcionou a estrutura da retirada estava muito bom, com bastante espaço, mas o mercado e a região em si ficam muito a desejar. Poderia ter sido no Bourbon, como no ano passado, em um quiosque no meio do shopping, ou na própria Centauro do shopping - já que a loja patrocina o evento, mas sabe-se lá a viabilidade disso. Enfim, retirei o kit por volta das 14 horas do sábado; kit composto por camiseta, sacola (que será útil nos mercados aqui em São Paulo), Squeeze e número de peito.

Saindo do mercado, o céu apontava que seria uma corrida debaixo de muita chuva, ainda bem que ficou só na ameaça quanto a isso e foi em tempo seco e frio, na casa dos 15 graus.

Decidi ir a Interlagos de trem, devido a distância principalmente (por volta de 100km ida/volta), por isso foi basicamente chegar em casa, arrumar as coisas para correr e sair de novo.

As 17 horas, tudo preparado, rumo a Interlagos. Deixei o carro estacionado na estação Tietê do Metrô, peguei o metropolitano até a Luz pela linha Azul, segui pela linha Amarela até Pinheiros. A partir daí foi hora do trem da CPTM, via linha Esmeralda, até a estação Autódromo - trecho mais demorado, onde cheguei por volta das 19 horas. Na estação de trem já comecei a deparar com varias pessoas uniformizadas da corrida, foi basicamente um “siga o grupo” até o autódromo.

Chegando no autódromo, entrei pelo portão que seria o da arquibancada setor G na F1, atravessei a pista e rumei até a estrutura do evento, guarda volumes, palco, tendas, etc. No caminho já tinha dado para notar que a corrida seria num breu danado, também não se poderia esperar muita iluminação em um autódromo, já que geralmente não ocorre corridas a noite, e esperar mais luzes também encareceria um pouco mais as inscrições, já que teria que ser usados mais pontos geradores de luz pelo caminho, mas nada que na minha opinião tenha afetado a prova. No caminho para a estrutura passamos por pontos que seriam também os da corrida em si, nesses pontos já deu para notar aquelas características de circuito oval, uma grande inclinação nos pontos de curva, principalmente no trecho “externo” ao circuito. Seria algo comparada as curvas de um circuito oval, comentarei mais disso a frente.

No local do guarda volumes, foi só tirar a roupa que estava por cima da que ia correr, colocar na mala e entregar tudo, já era quase 19h30min e era basicamente trotar e alongar até dar a largada.

Assim que cheguei no local principal do evento (palco, tendas e área da largada), deram o aviso que devido aos inúmeros carros que chegavam a largada sofreria um atraso de 20 minutos. Não achei ruim pois tinha acabado de chegar, apesar de estar preparado para sair mesmo as 20hrs. Foi basicamente manter o aquecimento até o novo horário, até as 20h20min, onde iria se posicionar no pelotão verde no meu caso e partir.

As 20h20min, apesar de ainda muita gente estar chegando, ainda dentro dos carros, é iniciada a corrida, ao som de muita música. Não sei se alguém tropeçou no tapete da largada mas conseguiram dar uma bela atrapalhada logo no início, fazendo com que os corredores passassem “aos conta gotas” praticamente pelo tapete para que ninguém se acidente.

Para nós que corremos os 10K, o percurso seria basicamente duas voltas no percurso do autódromo, sendo que a segunda volta, pelo menos metade seria em outro trecho, apesar de paralelo, diferente em grande parte.

A prova começou com bastante descida, até começar a contornar a área externa do autódromo, neste ponto começa a “ladeira”. Se fosse para a parte alta da pista - pegava menos fluxo de pessoas - porém era o trecho mais alto a curva, que forçaria mais o joelho devido a grande inclinação, pelo menos isso foi só nos primeiros 2km de prova, onde estava o primeiro ponto de hidratação. Continuando, o percurso seguiu pelo começo do S do Senna, rumando sentido horário do autódromo (as corridas de carros acontecem no sentido anti horário). Uma experiência gostosa e bem diferente de se fazer! seguindo pela corrida, o próximo passo seria pegar a descida (da subida para os boxes) e continuar o trajeto pela pista até ao local da arena chegar, alternando entre descidas e subidas. Quando terminei a primeira volta e olhei o local que largamos, ainda havia gente saindo, os atrasados que comentei anteriormente, que estavam ainda no carro, possivelmente.

O que diferiu a primeira da segunda volta foi o traçado que desta vez saia da área da arena, direto para a pista pela reta oposta - sem subida desta vez - até a entrada dos boxes (na primeira volta fizemos o trajeto pela área externa). Porém pegava um trecho forte de subida dos boxes (paralela ao S do Senna), cruzava a reta até a entrada dos boxes, a partir daí o trajeto foi o mesmo dos primeiros 5k.

Pontos de hidratação, sem nada o que reclamar, um a cada 2km, na maioria com água gelada, excelente, sem o que reclamar.

Terminei a corrida em em 56 minutos, talvez conseguiria um 55 ou 54 se não tivesse pego tanto fluxo principalmente no começo, mas valeu a pena.

Terminada a corrida, subi até o local do guarda volumes, peguei minhas coisas para trocar a roupa molhada. La mesmo descobri que a tradicional atração surpresa da Fila foi o show do RPM. Tempo para esperar meu amigo terminar a corrida dele, acompanhar parte do show e bater umas fotos com o celular. Gostei do serviço da Fila de enviar uma mensagem de texto para quem tem o celular cadastrado para evitar trechos congestionados da cidade para chegar ao local.

Por volta das 22h40min saí do autódromo, rumo para casa. Trajeto de volta foi um pouco mais rápido, levou cerca de 1h15 para chegar em casa. Trajeto inverso: Autódromo - Pinheiros - Luz - Tietê. Quando estava na linha Azul alias, cerca de 2 horas após o termino da corrida, recebi o SMS com o resultado oficial da corrida: 00:56:36.

A próxima é a corrida da Tribuna FM de Santos, hotel ja reservado, é só descer e curtir mais uma corrida :)

Resultado:

Fila Night Run

  • Número de Peito: 7978
  • Tempo Final: 00:56:35.87
  • Categoria: M2529
  • Modalidade: 10K
  • Tempo Bruto: 00:58:55.16
  • Classificação Total: 1277
  • Classificação por Categoria: 238
  • Classificação por Sexo: 1161
  • Pace Médio: 05:39 min/km
  • Velocidade Média Total:10,60 km/h

É cada vez mais comum encontrar nas academias corredores amadores interessados em fazer musculação com exercícios voltados para melhorar o desempenho nas provas. Os benefícios vão desde a melhora da postura, passando pelo ganho de resistência, até a prevenção de lesões. O militar Márcio Fonseca é um dos que encontrou nessa atividade um complemento para sua preparação para as corridas.

  • Eu faço musculação na segunda, quarta e sexta, e terça, quinta e sábado trabalho de corrida. A musculação é focada no trabalho de fortalecimento dos músculos da perna para evitar lesões e aumentar a resistência na corrida também - afirma o militar.

Foi por conta do medo de se machucar durante uma prova ou treino que a dentista Lúcia Chagas recorreu a uma academia para se exercitar.

  • Nas provas e nos treinos, eu nunca senti dor, mas eu tenho muito medo de me lesionar e não conseguir correr direito. Por isso faço a musculação certinha, focada para não ter problemas com a corrida - declara a corredora

A importância da musculação para quem corre é ressaltada por Sérgio Macuco, coordenador do setor aeróbico da academia “Body Limits”, do Rio de Janeiro.

  • Na corrida de rua você tem o desgaste, principalmente, da musculatura dos membros inferiores. Por isso a musculação é importantíssima no que se refere ao tônus muscular. O corredor tem que trabalhar musculaturas específicas, como o quadríceps -que é o músculo da coxa-, glúteo, posteriores de coxa e a panturrilha. Fortalecendo essas estruturas, ele terá uma economia de esforço e um rendimento melhor - diz o professor

Entre os exercícios mais indicados para quem corre, Sérgio aponta aqueles que trabalham o quadríceps e panturilha, muito acionados durante o ato de correr, e os músculos das costas, responsáveis pela postura

  • A musculação deve ser feita em dias alternados à corrida, de duas a três vezes por semana. Exercícios de extensão e flexão de joelhos, extensão de perna e panturrilha e de remada são os mais indicado - acrescenta.

Mas é preciso ter atenção ao começar a “puxar ferro”. A série de exercícios deve ser passada e supervisionada por um professor de Educação Física que esteja a par dos objetivos do interessado, pois a execução incorreta pode gerar problemas ao invés de benefícios, alerta

  • Os exercícios da série, a carga e a quantidade de repetições para quem corre são diferentes dos prescritos para quem está focado em hipertrofia (ganho de massa muscular). É importante frisar que todo exercício deve ter acompanhamento de um profissional, de um professor de Educação Física. Isso evita problemas físicos - conclui Sérgio.

Globo.com

Fins do século XIX (1896), logo após a primeira Olimpíada da Era Moderna, uma equipe sueca fez avaliações médicas de atletas do “ski cross country” -considerada  uma das mais desgastantes modalidades esportivas-, e foi observado que os corações desses atletas eram maiores que os da população normal. Outro estudo, da mesma época, mostrou que os  corações de cães selvagens eram maiores que os corações dos cães da mesma raça, porém domésticos.

A questão era, se o esporte fazia crescer o coração ou se era um coração doente e crescido de um atleta. Ainda hoje existem questões não resolvidas, mas já podemos entender o que é um Coração de Atleta e como é seu prognóstico. A tecnologia nos ajudou a desvendar dúvidas cruciais e orientar os atletas a superarem seus limites sem correrem riscos cardíacos ou ortopédicos.

Definimos o Coração de Atleta aquele cujo tamanho da espessura das suas paredes e dilatação das suas cavidades até 45% maior que o de um sedentário, batimentos cardíacos que podem chegar a 30 batimentos por minuto em repouso e outras alterações que chegam a confundir um médico não conhecedor da área, com graves doenças cardíacas.

Alterações encontradas no Coração de Atleta

  • 1. Bradicardia (pulsação menor que 60 p/ minuto): é a mais comum alteração encontrada tanto em atletas como em esportistas bem condicionados, principalmente os praticantes de alta performance esportiva (ciclismo, triatlo, maratona, natação oceânica etc). Detectada pelo eletrocardiograma simples.
  • 2. Cardiomegalia (crescimento cardíaco no tamanho e no peso) pode ser confundida com doença cardíaca, nos registros do eletrocardiograma e no ecocardiograma.
  • 3. Sopros cardíacos de caráter benigno ou funcional. Podem ser detectados pela ausculta cardíaca feita por cardiologista.
  • 4. As alterações dos exames cardiológicos, frequentes nos atletas altamente treinados, são reversíveis com a suspensão dos treinamentos e competições a partir de três semanas de afastamento das atividades física

Um atleta ou mesmo um esportista com Coração de Atleta, apenas indica ocorreram adaptações fisiológicas no seu coração, pela atividade física intensa, não significando doença cardíaca atual ou futura. Porém, é conveniente fazer avaliações especializadas periódicas, acompanhando a evolução das alterações e assim orientando o aumento, diminuição e até o afastamento das atividades físicas.

Podemos afirmar que o esporte não mata! Salvo nos excessos físicos e ambientais (temperaturas extremas), uso de drogas lícitas (ex. anabolizantes ou estimulantes), ilícitas (cocaína, maconha, ecstasy), presença de doenças de risco (cardiopatias e outras) desvalorizadas ou desconhecidas pelo esportista.

Nabil Ghorayeb é Doutor em Cardiologia pela FMUSP, Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte, chefe do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e do HCor – Hospital do Coração, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia, além de ter recebido o Prêmio Jabuti de Literatura em 2000.

Globo.com

No ultimo sábado ocorreu a segunda edição da corrida noturna SP Indy Run 8K, na cidade de São Paulo, no já conhecido percurso do Anhembi.

Desta vez a organização do evento preparou 3 pacotes:

Indy Run 8K

Pacote A: 1 ingresso para o treino e a corrida de rua Pacote B: 1 ingresso para o treino, 1 ingresso para a corrida de rua e 1 ingresso para a corrida do domingo Pacote C: 2 ingressos para os treinos de sábado, 2 para domingo, alem do ingresso para a corrida de rua

Diferentemente do ano passado não teríamos o brinde de ganhar a entrada para domingo, na faixa.

A retirada do kit, ocorreu no mesmo local do ano passado, na Centauro do Shopping Eldorado, fora de mão mas enfim, como trabalho do lado, sem muito o que reclamar a respeito. Fiz a retirada na sexta feira, ultimo dia para tal, por volta das 19hrs, sem pegar filas.

O kit veio contendo os ingressos (Pacote C no meu caso), camiseta, numero de peito e sacolinha.

Para o Anhembi fui por volta das 13 horas, tempo suficiente para acompanhar o treino classificatório da Indy, deixando o carro no estacionamento do Tietê e fazendo o percurso (cerca de 3km até os portões) a pé.

Indy Run 8K

Por volta das 14 horas já estava no Anhembi, fotografando e acompanhando os treinos. Deu ainda para, depois dos treinos, visitar a garagem dos carros, tirar fotos dos pilotos e até pegar um autógrafo do Helio Castro Neves.

Com a chegada do fim da tarde e a corrida se aproximando, encontrei dois amigos, Marcelo e Alberto, que iriam participara da prova.

Finalmente sentei para descansar, por volta das 17h30min. Neste momento estava duvidando que conseguiria baixar o tempo do ano passado, devido ao desgaste que estava, de ficar horas em pé para todo quanto canto. Neste momento também foi anunciado um atraso de uma hora em relação a programação oficial (inicialmente marcado para as 18h30). O lado bom foi descansar um pouco a mais.

Faltando 30 minutos para a largada, inicio o alongamento e aquecimento até a liberação da pista para os corredores. Feita a liberação, me desloquei para o pelotão da frente e a partir dai foi só esperar.

Indy Run 8K

Dada a largada, me desloco de modo para abrir caminho mantendo sempre um ritmo forte. O primeiro ponto de hidratação, no km 3, água quente novamente, estava desorganizado, muita gente deve ter ficado sem já que tiravam as garrafas na hora das embalagens e distribuíram, em vez de deixar tudo solto como normalmente acontece nas provas. Desta vez havia mais pontos pelo menos, tudo bem que todos com água quente, mas estavam nos Kms 3, 4, 6, 7.

Mantendo um passe na casa dos 5min/km consegui completar a prova na casa dos 42 minutos, abaixando cerca de 3 minutos o tempo em relação ao ano passado. A temperatura estava agradável, por volta dos 17 graus, durante a corrida, o que ajudou a fazer tempo.

Uma evolução boa comparando com o ano passado foi a entrega das medalhas e kit pós prova, bem mais organizada.

Quem sabe vem um sub-40 ano que vem?!

Próxima corrida é as 10K da Fila Night Run, agora em Interlagos, percurso novo para mim. Até lá!!

Resultado:

Indy Run 8K

  • Número de Peito: 1384
  • Tempo Final: 00:44:09.10
  • Categoria: M2529
  • Modalidade: 8K
  • Tempo Bruto: 00:45:00.03
  • Classificação Total: 571
  • Classificação por Categoria: 83
  • Classificação por Sexo: 528
  • Pace Médio: 05:31 min/km
  • Velocidade Média Total:10,80 km/h

Neste domingo ocorreu a XIII Meia Maratona Netshoes Corpore Internacional de São Paulo, no ja tradicional percurso que engloba a Cidade Universitária e o bairro do Butantã na Capital, com percursos para dois tipos de gostos: um para quem ta iniciando ou não se sente muito a vontade com a distância da meia maratona, com os 5k, ou os 21k para quem gosta dos grandes desafios.

Optei pelos 21K, minha segunda meia maratona! O objetivo incial foi tentar manter um rítimo relativamente forte para mim, para conseguir fechar, se possível, próximo a 2h10. Não foi possível, mas comento a seguir.

Comentando sobre o kit e retirada: Veio composto por camiseta com número de peito impresso, revistas de merchandising, chip de cronometragem. Eles foram entregues na sexta, sábado e no domingo, momentos antes da prova. Deixei para retira-lo no sábado para evitar “perda de tempo” em última hora.

Sábado também fiz a reposição do gel de malto, o restante to dia ficou para descansar, mesmo porque não tinha nada para fazer!!

Fiz um teste com alimentação, a base de “junk food” (lê-se pizza), como fonte de carboidrato na noite anterior e no café, para ver como seria a diferença de desgaste; uma base para poder fazer uma comparação com a meia da yescom, onde fiz aquela alimentação certinha, no dia anterior a prova e no dia da mesma. Faz sim diferença!

No domingo, devido ao fechamento das vias próximas a USP, tive que madrugar, acordar 4:50 da manhã, tomar um café (pizza) bem rápido, me trocar e voar para la, para chegar antes das 6 da manhã para poder estacionar dentro da Cidade Universitária.

Meia Maratona Corpore

Consegui, por volta das 6h40min da manhã já estava com o carro estacionado, tempo para ir até a arena do evento, deixar as coisas no guarda-volume, alongar, encontrar um amigo e dar a última passada no banheiro antes de iniciar a corrida.

O dia começou com tempo nublado, mas logo o sol deu as caras. Atrapalhou um pouco, ainda mais na parte final onde juntou a sede, o desgaste da prova com o sol. Ainda bem que esta “tortura” durou poucos 3 Kms. 21 é assim, tem que ir na base da raça!

A largada “em ondas” teve um atraso de 10 minutos (devido ao pessoal retirando os kits? talvez), mas nada muito comprometedor. O intervalo entre ondas foi de aproximadamente um minuto e meio e por volta das 7h45min foi iniciada a corrida para a onda que estava, para passe de 6min/km +.

Meu relógio resolveu me “trollar” de última hora, o pulso exibido em tela, vinham em números entre 25 e 30. Devido a falta de bateria, tive que enviar para a assistência para efetuarem a troca, ok! Mas o relógio chegou em casa segunda e deixei “encostado” até o dia da corrida, sem checar a funcionalidade do frequencímetro (só utilizei literalmente como relógio nesse período). Em resumo, perdi totalmente a base e noção de rítimo que teria que manter na corrida, principalmente no início, que me peguei abaixo 6min/km em pelo menos quatro oportunidades, que fariam diferença lá na frente, coisa que não aconteceria se estivesse acompanhando minha frequência e dando uma quebra de rítimo.

Vamos ver se o master reset deu um jeito disso (aparentemente deu mas…) ou se terei que voltar com o relógio para lá. No decorrer desta semana faço testes.

Comentando um pouco do percurso: A corrida em geral havia apenas três pontos de subida: O túnel pouco antes do Jockey, o acesso para a ponte da Cidade Universitaria, e por fim la pelo km 17, na Av Escola Politecnica, mas bem leve. Este último ponto atrapalhou mais o fato de que são uns 3km de sol na cabeça, sem árvores, com uma subida no final, que a subida em si!

Os pontos que daria para buscar tempo em uma próxima edição são mais a Av Pedroso de Morais, neste ponto ja estamos no km 7 de prova, e na volta a partir do momento que deixamos a ponte Cidade Universitária (depois de sufocar no aroma do rio Pinheiros), por volta do km 12.

A quantidade de pontos de hidratação foram o suficiente, um a cada 2,5km em média, com um da gatorade no Km 10, e novamente gatorade em copinho, muita gente teve que parar para poder pegar o copo, e beber o conteudo andando, ja que não dá para correr com o conteúdo daquilo na mão.

Apesar de correr sem base de frequência cardíaca, com uma bolha que me torturou pelo menos 15km e com uma lua na cabeça, consegui um tempo razoável, acima do que queria, mas pelas circunstâncias esta de bom tamanho.

Na próxima meia maratona quem sabe. Treino agora o mínimo que tenho que fazer nos longos é 21K, senão os 25K da Maratona de SP serão bem torturosos, o frio pode ajudar, mas se for como no ano passado, o sol virá bem forte.

É isso, terminada a prova na base da raça, vontade e determinação. 21 não é para qualquer um :)

Próximo desafio: baixar o tempo dos 8k da Indy, vamos ver se consigo!

Resultado:

Meia Maratona Corpore

  • Número de Peito: 5466
  • Tempo Final: 02:18:20
  • Categoria: M2529
  • Modalidade: 21K
  • Tempo Bruto: 02:28:34
  • Classificação Total: 1902
  • Classificação por Categoria: 85
  • Classificação por Sexo: 1591
  • Pace Médio: 6:33 min/km
  • Velocidade Média Total: 9,13 km/h